O que tocou hoje?

Ouviram do Ipiranga às margens...

"Ouviram do Ipiranga às margens..."

Neste 7 de setembro, o Bandejão só foi de música nacional. Portanto se você acompanhou o programa, poderá saber quais foram os brazucas que apareceram na programação. Ainda teve o Alfabeto do Rock feito por Rafael Moura. Confira a playlist.

1º Bloco

Projeto Feijoada – Confissões de um caixa da padaria

Simoninha – Homem de gelo

Nando Reis & Os Infernais – O Mundo é Bão, Sebastião

Titãs – Quanto Tempo

Ultraman & O Rappa – Dívida

Mombojó – Deixa-se acreditar

Skull Bus – O tempo

2º Bloco

Maestro Pestana – Corpus Juvene

Ultraje a Rigor – Nós vamos invadir a sua praia

For Fun – Sol ou Chuva

Solana – Para tua mulher quando te casares

Pedra Letícia – Eu não toco Raúl

Pedra Letícia – Em plena Lua de Mel

Pedra Letícia – Teorema de Carlão

3º Bloco

Biquini Cavadão – Vento Ventania

Zé Ramalho – Batendo na porta do céu II

Los Hermanos – O Vencedor

Perdidos na Selva – Amante Profissional

Velhas Virgens – Hino dos solteiros

Motorocker – Igreja Universal do Reino do Rock

Os Pedrero – Menudo Capixaba

Matanza – Eu não bebo mais

4º Bloco – Alfabeto do Rock – Rock Brasileiro

Ouça o Alfabeto do Rock

No último Alfabeto do Rock, fomos até a letra F ao falar do Rock com a influência dos negros. Aproveitando o mote deste 7 de setembro, eu (Rafael Moura) resolvi abordar um pouco da participação dos brasileiros no rock a partir da letra G.

Papai Noel, Velho Batuta!

A letra G ficou por conta dos Garotos Podres. No início dos anos 80, os então guris se inspiraram no punk e temas como violência e capitalismo se tornaram frequentes, afinal o ABC paulista, onde moravam, era o coração da produção industrial brasileira e concentrava as principais manifestações e movimentações trabalhistas na época. Mau, Mauro e Sukata ganharam destaque no cenário paulista. Músicas como Papai Noel Velho Batuta ainda ficam no imaginário daqueles que fazem o punk rock no país e foi com ela que abrimos o quarto bloco.

O líder dos Paralamas do Sucesso

Mesmo depois de ter sofrido um sério acidente que vitimou a esposa, Herbert Vianna ainda contribui muito para a música brasileira. Mas antes de tal tragédia acontecer, em 1982 os Paralamas começaram a conhecer o sucesso. Após a ausência de Vital, o primeiro batera da banda, em um show, João Barone assumiu as baquetas. A falta de Vital inspirou para que Vianna escrevesse uma música sobre o assunto. A canção se tornou um grande sucesso que comprovou a competência de Herbert Vianna. Vital e sua moto foi a segunda música do bloco.

Tchau, tchau, IRA!

Tchau, tchau, IRA!

A letra I ficou com uma banda que já terminou. Briga e ameaça de morte entre irmãos, além da falta de entendimento entre os integrantes fez com que o IRA! terminasse em 2007. O nome da banda foi inspirado no Exército Republicano Irlandês. Os caras conheceram a fama durante o meio dos anos 80 com canções como Envelheço na cidade e Flores em você. Na década de 90, eles se perderam com estéticas que nada tinham a ver com o grupo. Mas aqui, nós lembramos de um clássico do IRA. Para aqueles que nunca quiseram ir para o exército, vamos ouvir Núcleo Base.

O rock humorístico do Brasil: Joelho de Porco

Talvez, o Joelho de Porco tenha sido o grupo precussor do punk-rock no Brasil. As letras humorísticas sempre fizeram parte do repertório da banda. Além disso, temas do cotidiano invadiam as canções do grupo. Trombadinha, Se Você vai de Xaxado eu vou de rock and roll, Homem do Imposto de Renda, Golden Acapulco, Um trem que passou por aqui foram alguns dos sucessos da banda, mas ouvimos no Alfabeto do Rock “Feijão com Arroz”.

A galera do Faroeste Caboclo

A galera do Faroeste Caboclo

L é de Legião Urbana.  O grupo do saudoso Renato Russo se apresentou no Circo Voador, palco que revelou diversas bandas, e de lá já arranjou um contrato com a gravadora EMI. Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá juntamente com Russo trilharam o caminho do triunfo durante toda a metade dos anos 80 e início dos anos 90. Bora lembrar dos caras com Eduardo e Mônica.

Ela foi minha menina

"Ela foi minha menina"

Os então jovens Sérgio Dias, Arnaldo “O Lóki” Baptista e Rita Lee trouxeram a psicodelia ao Brasil em 66 e se tornaram desde de aquela com um dos grupos de vanguarda do rock brasileiro e mundial. A grande contribuição dos Mutantes foi o auxílio à formação de um rock com traços mais da Terra Brasilis. Fomos de Top Top neste bloco.

Novos Baianos?!

Entre os anos 60 e 70, a MPB se confundia com o rock no país. Tal época foi marcada por um enorme hibridismo, misturas e experimentações. Os Novos Baianos foram um exemplo disso. Tocaram desde o afroxé ao rock. Os Novos Baianos foram responsáveis por uma formação de uma música brasileira mais encorpada. De Pepeu Gomes, Moraes Moreira e Baby Consuelo, tocamos Brasil Pandeiro – porque, afinal, temos que saber as raízes de nossa música.

Formação das antigas de O Rappa

Formação das antigas de O Rappa

Para terminarmos o Bandejão com chave de ouro, O Rappa foi a banda escolhida com a letra “O“. De início basicamente reggaereiro, o grupo foi ganhando diferentes feições com o passar do tempo. Até hoje, eles não sabem ao certo qual é o estilo de música que fazem, entretanto, os críticos dizem que é rock. O Rappa é caracterizado por músicas de cunho social e o engajamento não fica apenas nas letras, mas sim em projetos de caridades desenvolvidos em comunidades menos favorecidas do Rio de Janeiro. O que sobrou do céu foi a última música do Bandejão de 7 setembro.

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